segunda-feira, 9 de março de 2009

O Negro na Universidade

 

O direito à Inclusão

 

Professora Maria Conceição da Silva (Foto: ASC/UEM)Antes de abordarmos o tema propriamente dito, é necessário que façamos algumas considerações sobre esta grande polêmica  travada no Brasil hoje, que  é a propriedade ou não da adoção de Políticas de Ações Afirmativas para a população afro descendente, como um dos mecanismos capazes de promover a superação das desigualdades raciais em nosso país.  Neste sentido, é fundamental que situemos esta discussão no plano dos avanços e conquistas que o movimento negro brasileiro vem obtendo nos últimos anos. Por isto mesmo, é importante afirmar mais uma vez, que nem mesmo esta discussão é uma dádiva ou sequer o reconhecimento de parte da sociedade brasileira, dita branca, da enorme  dívida social que possui  para com os  excluídos e marginalizados deste país.  É na verdade, mais uma tentativa de inclusão na agenda política brasileira desta que é talvez a mais antiga e grave questão social do Brasil – a discriminação racial. Discriminação esta, que tem como conseqüência, a exclusão e a marginalização de mais de 80 milhões de brasileiros dos seus mais elementares direitos, tais como: a educação, saúde,  emprego,  e até mesmo o direito de ir e vir.

Outra observação importante a fazer, é que muitos dos conceitos que aqui serão emitidos, podem até não possuir o rigor acadêmico necessário, mas são frutos de uma longa experiência do movimento negro, obtida através de debates, discussões, seminários e encontros realizados tanto pela sociedade civil, por órgãos governamentais como, a Fundação Cultural Palmares.

As políticas de Ações Afirmativas têm como objetivo principal à inclusão. Inclusão no mercado de trabalho, na educação, nos meios de comunicação, na saúde, na política, enfim, a inclusão dos negros na condição de cidadão pleno na sociedade brasileira.  Não podemos negar a diversidade que caracteriza o nosso povo, fato, aliás, que tem sido cantado em prosa e verso pela elite de nosso país, e que sem sobra de dúvida representa uma grande riqueza. Como também não podemos negar as enormes desigualdades sociais e econômicas e no particular as desigualdades raciais que permeiam este país há séculos. Portanto, a igualdade de oportunidades é o que norteia as políticas de ações afirmativas. Elas visam, na verdade, estabelecer e solidificar uma verdadeira democracia racial.

Nesse momento, é fundamental o debate com a sociedade civil e todas as contribuições são bem-vindas. Sabemos perfeitamente que estamos tratando de um tema difícil e que, portanto, carece de uma ampla discussão para lastrear e fundamentar a implementação destas novas/velhas idéias.

Ações afirmativas no mundo

A expressão "ação afirmativa" foi utilizada pela primeira vez em 1961, numa Ordem Executiva do Presidente John Kennedy, que se referia à necessidade de promover a igualdade entre negros e brancos nos Estados Unidos. Embora seja um termo criado por norte-americanos, em função de um contexto norte-americano, o conceito que encerra - o de compensar, no presente, determinados segmentos sociais pelos obstáculos que seus membros enfrentam, por motivo da discriminação e marginalização a que esses grupos foram submetidos no passado - está subjacente em muitas práticas implementadas em sociedades tão diferentes quanto a Índia, a Malásia, a Nigéria, a China, as antigas Iugoslávia e União Soviética, Cuba e na a Nova África do Sul, a Colômbia, a Alemanha e outros países europeus.

Na Índia, por exemplo, já na década de 40, foram tomadas medidas para garantir assentos, no parlamento, a representantes das castas ditas inferiores, principalmente a casta dos intocáveis. Sem qualquer sombra de dúvida, essa prática aumentou a representação política daquelas castas.

Na Malásia, outro interessante exemplo, a etnia numérica e politicamente predominante, os malaios, que se autodenominam bumiputras, está sub-representada na área econômica, tradicionalmente dominada por indianos e chineses. Criaram-se, então, instrumentos, metas e cronogramas, para incrementar a participação dos bumiputras nos setores dinâmicos da economia de seu país, o que tem surtido o efeito desejado.

Nos Estados Unidos, programas de ações  afirmativas  vêm sendo usados, há muitos anos, voluntariamente pelas empresas, com o objetivo de constituir uma força de trabalho diversificada, que refeita sua base de consumo e as ajude a competir com eficácia num mundo de negócios internacionais, caracterizado pela pluralidade racial. Com efeito, recente estudo realizado junto às quinhentas maiores empresas - segundo classificação da revista Forbes - encontrou uma correlação positiva entre o emprego da ação afirmativa na área do recrutamento e seleção e a lucratividade dessas empresas. As que adotam a ação afirmativa apresentam, em média, uma lucratividade cerca de 18 % superior às demais.

Ações Afirmativas no Brasil

A desigualdade da sociedade brasileira, para ser eliminada, depende de algo ainda bastante escasso no País: igualdade. O desafio do Brasil, portanto, é sair da democracia formal, que ora experimenta - com os poderes funcionando de forma independente, eleições abertas, imprensa livre, todos os partidos na legalidade, sindicatos livres etc. -, para uma democracia em que a cidadania plena venha em decorrência de um novo modo de desenvolvimento: o humano.

Tratar de maneira igual pessoas que foram secularmente marginalizadas é operar com um sofisma, porque simula uma aparência de democracia. Portanto, devemos adotar, no Brasil, algum tipo de política da ação afirmativa, cujo fim é criar uma sociedade em que a democracia seja efetiva e não apenas teórica. O que não devemos fazer é a mera importação de modelos adotados por outros países,  sem antes adaptá-los e ajustá-los à nossa realidade. Tudo aponta nessa direção: aqui, deveremos desenvolver nosso próprio modelo de ação afirmativa, tendo em vista as especificidades do País.

É importante quando o Presidente da República vem a público e declara - como fez Luiz Inácio Lula da Silva - que há preconceito e discriminação, no Brasil, contra os negros. E mais importante ainda, quando o mesmo adota um conjunto de medidas para o combate a esta situação como, por exemplo, a criação da Secretaria Especial de Promoção de Políticas de Igualdade Racial – SEPPIR e prioriza nas relações exteriores o continente africano e mais particularmente os países de língua portuguesa. Portanto, buscar um debate amplo, sem preconceitos de qualquer ordem e  que esclareça a todos: brancos e não – brancos, é imprescindível. Com base nessa premissa, todo debate será bom, pois tratará de discutir qual tipo de democracia desejamos, e nenhuma tarefa poderá ser mais meritória do que esta: a busca da universalização do exercício da cidadania.

Neste sentido, cabe ao Governo Federal, em função de sua posição estratégica, além de executar as medidas que lhe competem diretamente, estimular os governos estaduais e municipais a adotarem as medidas em seu âmbito. Quanto à iniciativa privada, compete ao Governo Federal estabelecer os mecanismos que promovam a adoção das ações afirmativas, por meio de incentivos fiscais ou outros meios, e é isto que vem sendo feito, seja na educação básica com a sanção da Lei 10.639, que incluiu na grade curricular o ensino da História e da Cultura Africana, seja no ensino superior com o programa Universidade para Todos.

Tem sido, comum no Brasil, apresentar-se para combater a idéia das ações afirmativas, o argumento de que a mesma pode ferir o princípio constitucional da igualdade, bem como o de prejudicar o estabelecimento de uma sociedade baseada no mérito.

Segundo essa corrente, seria inconstitucional estabelecer qualquer tipo de "discriminação positiva", pois isso feriria o princípio da igualdade. Esta afirmação, além de ser uma inverdade, pois existem inúmeros precedentes jurídicos que abrem as portas à implantação das ações afirmativas em nosso país, é também um engodo, pois historicamente os governos no Brasil tem privilegiado os abastados, a elite econômica, o latifúndio, etc. sem que o mérito seja o instrumento principal, mas sim a origem  econômica e étnica, quase sempre branca. Temos como exemplo de “discriminação positiva” a reserva, para as mulheres, (30 % das vagas nas listas de candidatos apresentados pelos partidos), do tratamento preferencial a portadores de deficiência e mesmo da famosa lei dos dois terços, que obrigava as empresas a empregarem uma maioria de trabalhadores brasileiros, numa época em que imigrantes predominavam em alguns setores do mercado de trabalho. Outros exemplos são as convenções internacionais das quais o Brasil é signatário, como a Convenção Internacional para a Eliminação de todas as Formas de Discriminação Racial ou a Convenção 111, da Organização Internacional do Trabalho. Ambas prevêem a adoção de medidas compensatórias a grupos discriminados, e têm força de lei.

A especificidade dos tratados de proteção internacional dos direitos humanos encontra-se, assim, reconhecida pela Constituição Brasileira de 1988: os direitos neles garantidos passam, conforme a Artigo 5º, parágrafo 2º, da Constituição, a integrar o elenco dos direitos constitucionalmente consagrados: Assim sendo, são direta e imediatamente exigíveis no plano do ordenamento jurídico interno (Art. 5º, §1º ).

A Constituição Brasileira, em seu Artigo 23, X, enseja a possibilidade de se adotarem políticas públicas para a população negra: é competência comum da união, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios "combater as causas da pobreza e os fatores de marginalização, promovendo a integração social dos setores desfavorecidos".

No plano material, o princípio da igualdade é abordado pela Constituição de modo mais complexo, quando assegura o direito a igualdades substanciais, relativas por um lado, impede o tratamento desigual e por outro, impõe ao Estado uma ação positiva no sentido de criar condições de igualdade, o que freqüentemente implica tratamento desigual aos indivíduos.

Na medida em que tratam de forma desigual pessoas desiguais, em relação a sua desigualdade, a lei estará tratando substantivamente de maneira igual a todos. Exemplo disso é a reserva, feita pela própria Constituição (Art. 37, VIII), de um percentual de cargos e empregos públicos aos portadores de deficiências; ou a progressividade na cobrança dos impostos (Art. 145 §1º); ou ainda a proteção do mercado de trabalho da mulher, mediante incentivos específicos (Art. 7º, XX). Pela Constituição brasileira, portanto, não é ilegal discriminar positivamente, com o objetivo de criar melhores condições para determinado grupo, historicamente não privilegiado pela sociedade. Essa visão vem ao encontro da Convenção sobre a Eliminação de todas as Formas Discriminação Racial, da qual o Brasil é signatário.

Quanto à questão do mérito, podemos afirmar,  que a sociedade brasileira não tem propriamente uma tradição meritocrática. A discriminação racial tem, aqui como em outros países, a função básica de sustentar uma reserva de mercado para os setores mais favorecidos, assegurando-lhes as melhores posições em todas as áreas. Exemplo desta prática é a universidade pública gratuita, em que os filhos das classes privilegiadas - basicamente brancos - não apenas em função do mérito ( talento + esforço ), mas, sobretudo, da oportunidade que tiveram de estudar em boas escolas privadas, ocupam praticamente todas as vagas, deixando para os filhos das camadas menos favorecidas - segmento em que os negros estão majoritariamente representados - a possibilidade de freqüentar instituições particulares, que são pagas.

Cotas

Temos plena consciência de que a implementação das cotas, não é, nem deverá ser o único mecanismo para a superação das desigualdades raciais no Brasil,s seja na educação ou em qualquer outra área. O que não podemos é continuar  de braços cruzados com os dados alarmantes que instituições e entidades insuspeitas tem apresentado sobre o assunto,  tais como: apenas 2% das vagas nas universidades públicas são ocupadas por afro descendentes, sendo que a maioria delas alocadas nos cursos chamados de baixo prestígio como letras, pedagogia ou enfermagem. Assim como não podemos admitir que inúmeros talentos existentes na comunidade negra brasileira continuem sendo impedidos de se desenvolverem por conta de um sistema de seleção como o vestibular, que é considerado por quase todos os especialistas da área, como inadequado, insuficiente e excludente. 

Portanto, diante deste quadro gravíssimo de exclusão, o que nós temos feito  é sensibilizar nossos governantes, a mídia, a imprensa, os professores, as universidades e a sociedade como um todo, da emergência deste tema para a plenitude da democracia brasileira. E temos tido uma resposta positiva, tanto da sociedade quantos das instituições. Até o momento 07 universidades públicas já adotaram o sistema de cotas: Universidade Estadual da Bahia, Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Universidade de Brasília, Universidade Federal de Alagoas, Universidade Federal da Bahia, Universidade Federal do Paraná e a Universidade Estadual de Londrina, dando uma demonstração clara de compromisso para com a inclusão dos negros no ensino superior brasileiro. Mais ainda, a pesquisa realizada pela UNEB – Universidade do Estado da Bahia, sobre o desempenho dos alunos cotistas, em comparação com os demais alunos, são simplesmente excelentes; rendimento escolar igual ou acima da média dos demais e  evasão escolar menor que os demais, contrariando assim, a tese de que  este mecanismo propiciaria a redução da qualidade do ensino nestas instituições. 

Enfim, a Fundação Cultural Palmares tem plena  convicção de que esta trilhando o caminho correto, apesar de todas as dificuldades que temos encontrado. Precisamos compreender de uma vez por todas que o racismo, a discriminação e o preconceito racial, bem como as desigualdades por eles geradas foram e são construções de um sistema sócio, político e  econômico e só com a conjugação de esforços de todos aqueles que desejam  um país verdadeiramente  justo e democrático é que inauguraremos  um novo modelo. Um modelo onde a democracia seja plena tanto no plano sócio/econômico, quanto no  racial.

sábado, 7 de março de 2009

08 de Março " Nosso Dia""

SÓ UMA MULHER SABE 
O QUE É...

Passar a vida inteira lutando contra 
seu próprio cabelo.

Comprar uma blusa que não combina com nada, mas que pelo preço estava irresistível!
 



Saber de memória quem se casou, quem se separou e quem deixou a carreira.

Ter uma bolsa que parece a nécessaire da
avó do 007, de tantas coisas acumuladas
e incríveis que existem dentro dela.

Falar de intimidades que os homens 
nem sequer imaginam.

Ser tratada como uma idiota pelos 
mecânicos de uma oficina.

Fingir naturalidade durante um exame ginecológico.

O poder de uns jeans, o de uma blusa
de Lycra, para sustentar a estrutura 
do corpo.

Ter crises conjugais, crises existenciais, 
crises de identidade, crises de nervos!

Ser mãe solteira, mãe casada, mãe
separada e... mãe do marido!

Ver uma partida de futebol (só para fazer companhia ao noivo).

Lavar a calcinha no chuveiro, e depois 
pendurá-la no porta-toalha (para horror 
do sexo masculino).

Comer uma caixa inteira de bombons porque brigou com o noivo, passar mal, e se sentir destruída porque saiu da dieta.

Escutar que... "mulher ao volante é um
perigo constante."



Depilar as pernas a cada 15 dias, com cera!

Como se sente rasgando as meias na 
entrada de uma festa.



Sentir-se pronta para conquistar o mundo
quando está usando um batom novo.

Sentir-se realmente infeliz porque não tem
uma roupa linda para sair (embora tenha
o armário repleto!).

 



Chorar no banho, olhando-se no espelho
para ver qual é o melhor ângulo.

Descobrir que sua relação e o mundo se 
acabou... e depois descobrir que não era 
nada mais que a síndrome 
pré-menstrual.

Colocar uma faixa apertada para 
disfarçar a barriga.

Dançar, cantar e caminhar no sétimo céu... 
só porque "ele" ligou ou escreveu. (ESTOU CERTO QUE TE AMO).


Brigar, só para depois fazer as pazes.

Dizer não, para que ele insista bastante, 
e depois dizer... sim!

Ficar esperando o marido na cama, quando ele está lendo sua revista esportiva...

O milagroso poder curativo de... um beijo...
um gesto...
e uma palavra doce.

 



Ser santa, filósofa, mestra, médica, psicóloga, redentora, administradora, cozinheira, organizadora, juíza... etc... 
antes de
começar a pensar nela mesma.

Chorar, extasiada de felicidade e...
rir, tomada de fúria...

Enfim, só uma mulher sabe o 
que é... ser Mulher!


Feliz Dia Internacional da Mulher!
 


terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

A vida muda quando nossos pensamentos mudam

http://www.oqueeisso.blog.br/wp-content/uploads/2008/12/sunflower070407__6_.jpg


Boa sorte? Não, é pensamento positivo! O pensamento positivo atrai aquilo que você pensou. Se você acrescenta o poder da palavra com sentimento, dá o pontapé inicial nesse processo.

A energia segue o pensamento

Pensar é uma função que a natureza nos atribuiu. A mente nos torna humanos, é o maior poder que temos. O estado dos nossos pensamentos determina nossa vida e a vida muda quando os pensamentos mudam.

Não é necessário saber que a mente tem poder, de qualquer maneira ela funciona, seja para o bem ou para o mal. Se você não gosta da vida que leva, mude sua maneira de pensar. A energia segue o pensamento. Revise suas crenças, suas idéias.

Se você procurar emprego pensando: "Não vou conseguir", você baixa um decreto, a vida obedece e você não consegue o emprego, porque a palavra tem o poder de fazer o pensamento se concretizar.

Boa sorte? Não; é pensamento positivo. Porque o pensamento positivo atrai aquilo que você pensou. Quando você acrescenta o poder da palavra, junto com sentimento, dá o pontapé inicial nesse processo.

A palavra positiva

Com a palavra, você cria o ambiente onde vivem você e as pessoas que o cercam. Sem ter noção desse poder, muitas pessoas atiram palavras para todos os lados, como fósforos acesos, que provocam incêndios em casa, no trabalho e entre os amigos.

Quantas tragédias, rupturas e crises foram provocadas por palavras ditas em momentos inapropriados! Vigie seus pensamentos, escute suas palavras. A palavra positiva nutre e traz reconhecimento. Um pensamento desejando o bem aos outros se transforma numa força iluminada que guia toda a sua vida.

Nunca maldiga, porque a energia negativa enche o ambiente de códigos energéticos negativos, que atraem para a sua vida desgraças, tragédias e má sorte. Bendiga, porque a bênção une o bendito com as esferas superiores da consciência, atraindo para sua vida tudo de bom, bonito e verdadeiro.

Somos responsáveis pelos nossos pensamentos

Os pensamentos são como raios que partem da pessoa que pensa e vão para outras regiões, onde afetam outras pessoas. Somos responsáveis pelo bem e pelo mal que eles proporcionam. Observe todos os dias o estado do seu pensamento e dos seus sentimentos.

Não saia na rua antes de examinar-se. Afaste os pensamentos negativos, atraia os pensamentos positivos, pense em fazer o bem e sinta-se grato pela vida.

Se quiser mudar o mundo que você tem, pense no mundo que você quer!


Fonte: homeandhealthbrasil

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Dieta balanceada pode amenizar sintomas da TPM



Cálcio e vitaminas C e D auxiliam na redução de incômodos pré-menstruais.

Sintomas como acne, inchaço, transpiração, cansaço, perda de apetite, diminuição do desejo sexual, dores de cabeça e irritabilidade, compõem um grupo de mais de 150 sinais da tensão pré-menstrual, síndrome que atinge aproximadamente 75% das mulheres no mundo. Estudos da Universidade de Massachusetts (Estados Unidos), divulgados recentemente, apontam que a alimentação é decisiva para amenizar os sintomas da TPM. Mulheres que consomem regularmente leite, queijo e iogurte, ótimas fontes de cálcio, além de vitamina C e D, por exemplo, sofrem menos com o problema.

Segundo Dr. Durval Ribas Filho, médico nutrólogo e presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), o cálcio alivia contrações musculares, ou seja, as cólicas. Já a vitamina D favorece a absorção de minerais pelo organismo.
"O fígado também é fundamental para o equilíbrio dos hormônios femininos, portanto as mulheres devem evitar gorduras, cafeína e álcool, para controlar a TPM", afirma.

Para desintoxicar o organismo, especialistas recomendam alimentos ricos em enxofre, como alho e cebola, além de brócolis, agrião e alcachofra. O bom funcionamento do intestino também garante redução de sintomas pré-menstruais. Neste caso, consumir grãos integrais, legumes, verduras e líquidos, é essencial para prevenir a prisão de ventre e impedir a reabsorção dos hormônios que devem ser eliminados. Alimentos ricos em sal, refrigerantes, cafeína e álcool
devem ser evitados no período pré-menstrual.

Alguns nutrientes desintoxicam o organismo e estimulam a produção de dopamina, endorfina e serotonina, elementos responsáveis por equilibrar as oscilações de hormônios e de humor das mulheres no período que antecede a menstruação.
"Uma dieta rica em alimentos diuréticos, água de coco e sucos de limão e melancia, reduzem sintomas de enxaqueca e retenção de líquidos. Chás, soja e linhaça também ajudam a reduzir os incômodos sintomas da TPM", ressalta o médico nutrólogo.

Nesse período, muitas mulheres sentem vontade de comer doces, principalmente chocolates. De acordo com Dr. Durval Ribas Filho, isso acontece devido a deficiência de magnésio no organismo. "Além disso, o chocolate estimula a produção de serotonina, neurotransmissor relacionado ao bem-estar. Porém é importante consumi-lo sem exagero, já que contêm cafeína e gordura, substâncias que podem piorar os sintomas. O magnésio também pode ser encontrado em folhas verde-escuras, frutos do mar, nozes, amêndoas, soja e cereais integrais", conclui.


Sabendo um pouco mais........

ABRAN
Associação Brasileira de Nutrologia – é uma entidade médica científica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina. Fundada em 1973, dedica-se ao estudo de nutrientes dos alimentos, decisivos no diagnóstico, na prevenção e no tratamento da maior parte das doenças que afetam o ser humano, as enfermidades nutricionais.
Reúne 3.200 associados: médicos nutrólogos, cientistas, pesquisadores e profissionais na área de nutrição, que atuam no desenvolvimento e atualização científica em prol do bem estar utricional, físico, social e mental da população.

Beijos!!!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Qual é a cor do verão ?

Recco Moda Praia Coleção Verão 2009 Recco Coleção Moda Praia Verão 2009


Qual a tonalidade ou estampa que vai tomar conta das praias e clubes do Brasil no verão 2009 ?
Quando o assunto é aliar moda, tendência e diferenças de pele nem sempre qualquer cor cai bem numa produção de moda praia.
"Nem sempre as cores da moda são adequadas a determinado tom de pele. O importante é buscar referências, como grifes que levem a etiqueta da marca LYCRA® pois é a garantia de que o produto tem qualidade e está por dentro das últimas tendências da moda", comenta Silvana Eva, gerente de moda praia da marca do fio LYCRA. Já o artista plástico Sérgio Gregório, defende que há uma série de cores para a pele humana, vindas das raças e suas misturas, em especial aqui no Brasil. "No geral, o branco e preto compostos em estampas, se forem em quantidades equilibradas, podem ser usados por todos os tons de pele", comenta Sérgio Gregório.

Confira as dicas do artista plástico os diferentes tons de pele

Biquíni Mariskal estampa chamisier laranja com fio LYCRA
:: BRANCA

Para a pele branca o ideal são as tonalidades escuras, como o azul escuro, marinho, petróleo, carbono, ou tonalidades fortes, como o vermelho, o vinho, o marrom e o laranja. No caso de estampa, dê preferência aos fundos escuros, caso a estampa tenha uma cor clara e uma escura em sua composição. Evite os tons pastéis.

:: BRANCA ROSADA

Para a pele branca que se vê com facilidade a tendência marcante do rosa, evite os próprios tons de rosa, assim como os tons pastéis. Também tente usar os tons escuros, nesse caso, a família dos verdes queimados, além do preto, azul marinho, petróleo, royal, cores que dão um bonito contraste. No caso de estampas, use preferencialmente as que tenham fundo escuro em sua composição. Evite as tonalidades de vermelho, para evitar tom sobre tom da pele, o que elimina o contraste com a roupa.

:: BRANCA DE CABELOS RUIVOS

Para as pessoas de cabelos ruivos naturais, é importante salientar que a tonalidade de pele, caminha também para a família da cor do cabelo.Portanto para se conseguir contraste, evitar a família dos alaranjados, marrons, sobretudo os alaranjados. Seu tipo de pele vai muito bem com as famílias dos vermelhos, vinho, preto, azul marinho, petróleo e carbono. Fuja dos tons claros e os tons pastéis, como fundo de estampa.

:: AMARELA

Para as orientais, ou pessoas que tenham essa tonalidade de pele, os tons escuros caem muito bem, como os azuis, azuis violetados, pretos e avermelhados. Evite os tons claros sobretudo os que caminham para o amarelo. Em caso de estampas dê preferência as que predominam o fundo escuro e evite também que a composição seja com amarelo.

:: MORENA

Para as peles morenas, os azuis, azuis violetados, violetas e laranjas. Para as pessoas com esse tom de ele, os tons claros são bem vindos, apenas deve-se tomar cuidado com a transparência. Tons pastéis também caem muito bem, como os rosados e hortência. Corra da família do areia e dos beges.

:: MORENA BRONZEADA

Para a pele morena bronzeada, peças brancas caem muito bem. Apenas deve-se tomar cuidado com as transparências. Os azuis agora em tonalidades mais claras e tons quentes, como avermelhados, alaranjados, tons claros e pastéis também podem ser abusados. Evite os tons de areia.

:: NEGRA

Para a pele negra, evite as peças muito escuras, como os marrons, azuis escuros ou pretos. Abuse dos azuis em tonalidades mais claras, todos, inclusive os violetados, estampas com amarelo e o laranja. Pode usar também os tons pastéis, cuidando também do aspecto transparência.

:: PARA TODOS OS TIPOS DE PELE

  • - Estampas muito marcantes, que possam se confundir com alguma linhade contorno do próprio corpo pode dar a sensação de deformidade.
  • - Evite sempre os tons da família da própria pele, mesmo para as estampas, porque podem dar a sensação de elemento vazado.
  • - Os contornos de cores vibrantes e fluorescentes podem dar uma sensação de vivacidade à pele porque o contraste é grande.

Beijos!!



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